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Subestação de Energia: projeto, execução e homologação

Média e Alta Tensão

Subestação de Energia: projeto, execução e homologação

Executamos subestações de 13,8 kV a 34,5 kV do estudo de carga até a energização. Assumimos a ART, o protocolo na concessionária e o comissionamento. Você recebe a obra pronta e aprovada.

Redução direta na tarifa

A migração para média tensão elimina os componentes mais caros da tarifa do Grupo B e abre a porta para o Mercado Livre de Energia.

Conformidade sem retrabalho

Projeto aderente à NBR 14039 e às normas da concessionária desde a primeira versão, evitando o ciclo de reprovação e reapresentação.

Capacidade para expandir

Dimensionamos com folga técnica planejada, para que a próxima linha de produção não exija refazer a entrada de energia.

ART e responsabilidade técnica

Engenheiro eletricista responsável pela obra, com ART recolhida e acompanhamento até a energização definitiva.

Quando a sua operação precisa de uma subestação própria

Toda unidade consumidora com demanda acima de 75 kW é obrigada pela concessionária a migrar para o Grupo A, atendido em média tensão. Na prática, isso significa construir uma subestação de entrada. A partir dela, a energia da rede de 13,8 kV é transformada para os 380/220 V usados internamente.

Além da obrigatoriedade normativa, a migração costuma ser financeiramente vantajosa muito antes desse limite. No Grupo A o consumidor negocia demanda contratada e passa a ter acesso ao Mercado Livre de Energia, com reduções que frequentemente ultrapassam 30% do custo total quando comparadas à tarifa convencional do Grupo B.

O ponto de atenção é que a subestação é um ativo crítico: ela concentra o risco elétrico de toda a planta. Um projeto mal dimensionado, uma malha de aterramento subdimensionada ou um estudo de seletividade ausente transformam uma falha pontual em parada geral de produção e, no pior cenário, em acidente com vítima.

Como a Sawti executa o escopo completo

Trabalhamos em regime de solução ponta a ponta. Levantamos a carga instalada e o perfil de demanda, definimos a topologia (aérea, abrigada em alvenaria ou blindada em cubículos metálicos), dimensionamos o transformador e a proteção primária, elaboramos o projeto executivo com ART e protocolamos junto à concessionária.

Na fase de obra, nossa equipe própria executa a estrutura civil, a montagem eletromecânica, a instalação de para-raios, chaves seccionadoras, religadores e cubículos, a malha de aterramento e todo o cabeamento de média tensão. O comissionamento inclui ensaios de isolação, medição de resistência de terra e parametrização dos relés de proteção.

Atuamos com as normas da ABNT NBR 14039 (instalações elétricas de média tensão) e com as normas técnicas específicas da concessionária local, incluindo a Equatorial Goiás. Todas as frentes de trabalho seguem os procedimentos da NR-10 e da NR-35 quando há trabalho em altura.

Subestação aérea, abrigada ou blindada?

A subestação aérea (montada em poste) é a solução de menor custo e menor prazo, indicada para potências até cerca de 300 kVA em áreas com espaço externo disponível. Exige afastamentos mínimos e proteção contra acesso de terceiros.

A subestação abrigada em alvenaria acomoda potências maiores e protege os equipamentos das intempéries, com melhor manutenibilidade. É a escolha usual em indústrias, hospitais, shoppings e centros de distribuição.

A subestação blindada com cubículos metálicos entrega o maior nível de segurança operacional e o menor espaço ocupado, com arco contido e intertravamentos mecânicos. É o padrão para ambientes com circulação de pessoas e para plantas que não toleram parada.

Metodologia

Como conduzimos o projeto

  1. 1

    Levantamento de carga e viabilidade

    Visita técnica, análise das faturas dos últimos 12 meses e definição da demanda a contratar.

  2. 2

    Projeto executivo e ART

    Unifilar, diagramas de proteção, memorial de cálculo, planta de situação e recolhimento da ART.

  3. 3

    Protocolo na concessionária

    Submissão do projeto, acompanhamento das exigências e obtenção da aprovação formal.

  4. 4

    Execução da obra

    Estrutura civil, montagem eletromecânica, malha de aterramento e cabeamento de média tensão.

  5. 5

    Comissionamento e energização

    Ensaios de isolação, medição de aterramento, parametrização de relés e ligação definitiva.

Dúvidas Frequentes

Média e Alta Tensão: o que perguntam

O prazo total costuma variar entre 60 e 120 dias. A execução física da obra leva de 20 a 45 dias; o restante é consumido pelo projeto executivo e, principalmente, pela análise da concessionária, que tem prazo regulatório próprio para aprovar o projeto e agendar a ligação.

A partir de 75 kW de carga instalada a concessionária exige o atendimento em média tensão, o que implica a construção de uma subestação de entrada. Abaixo desse valor a migração é opcional, mas ainda pode compensar financeiramente dependendo do perfil de consumo.

Sim. O protocolo do projeto, o atendimento às exigências técnicas e o acompanhamento até a aprovação fazem parte do nosso escopo padrão. O cliente não precisa negociar diretamente com a distribuidora.

A abrigada usa uma edificação de alvenaria com equipamentos convencionais instalados internamente. A blindada utiliza cubículos metálicos com compartimentos isolados, intertravamentos mecânicos e contenção de arco elétrico. É mais segura e compacta, porém de investimento inicial maior.

Recomenda-se manutenção preventiva anual, com termografia dos barramentos, ensaio de isolação, análise do óleo do transformador, medição da malha de aterramento e verificação da parametrização dos relés. Também oferecemos esse serviço em contrato continuado.