Quando a sua operação precisa de uma subestação própria
Toda unidade consumidora com demanda acima de 75 kW é obrigada pela concessionária a migrar para o Grupo A, atendido em média tensão. Na prática, isso significa construir uma subestação de entrada. A partir dela, a energia da rede de 13,8 kV é transformada para os 380/220 V usados internamente.
Além da obrigatoriedade normativa, a migração costuma ser financeiramente vantajosa muito antes desse limite. No Grupo A o consumidor negocia demanda contratada e passa a ter acesso ao Mercado Livre de Energia, com reduções que frequentemente ultrapassam 30% do custo total quando comparadas à tarifa convencional do Grupo B.
O ponto de atenção é que a subestação é um ativo crítico: ela concentra o risco elétrico de toda a planta. Um projeto mal dimensionado, uma malha de aterramento subdimensionada ou um estudo de seletividade ausente transformam uma falha pontual em parada geral de produção e, no pior cenário, em acidente com vítima.
Como a Sawti executa o escopo completo
Trabalhamos em regime de solução ponta a ponta. Levantamos a carga instalada e o perfil de demanda, definimos a topologia (aérea, abrigada em alvenaria ou blindada em cubículos metálicos), dimensionamos o transformador e a proteção primária, elaboramos o projeto executivo com ART e protocolamos junto à concessionária.
Na fase de obra, nossa equipe própria executa a estrutura civil, a montagem eletromecânica, a instalação de para-raios, chaves seccionadoras, religadores e cubículos, a malha de aterramento e todo o cabeamento de média tensão. O comissionamento inclui ensaios de isolação, medição de resistência de terra e parametrização dos relés de proteção.
Atuamos com as normas da ABNT NBR 14039 (instalações elétricas de média tensão) e com as normas técnicas específicas da concessionária local, incluindo a Equatorial Goiás. Todas as frentes de trabalho seguem os procedimentos da NR-10 e da NR-35 quando há trabalho em altura.
Subestação aérea, abrigada ou blindada?
A subestação aérea (montada em poste) é a solução de menor custo e menor prazo, indicada para potências até cerca de 300 kVA em áreas com espaço externo disponível. Exige afastamentos mínimos e proteção contra acesso de terceiros.
A subestação abrigada em alvenaria acomoda potências maiores e protege os equipamentos das intempéries, com melhor manutenibilidade. É a escolha usual em indústrias, hospitais, shoppings e centros de distribuição.
A subestação blindada com cubículos metálicos entrega o maior nível de segurança operacional e o menor espaço ocupado, com arco contido e intertravamentos mecânicos. É o padrão para ambientes com circulação de pessoas e para plantas que não toleram parada.

