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Energia Solar

Geração Distribuída e Centralizada

Energia Solar

Goiás tem um dos melhores índices de irradiação solar do Brasil. Projetamos, homologamos e instalamos usinas fotovoltaicas para indústria, comércio e agronegócio, com engenharia elétrica de verdade por trás do dimensionamento.

Até 95% de redução na fatura

O sistema é dimensionado sobre o histórico real de consumo dos últimos 12 meses, não sobre estimativa de vendedor.

Proteção revisada de verdade

Estudo de fluxo de carga e adequação do quadro geral e da subestação antes da conexão, não depois do problema.

Homologação inclusa

Parecer de acesso, projeto, ART e vistoria junto à Equatorial fazem parte do escopo. Você não fica sozinho no processo.

Estrutura para cada telhado

Metálico, fibrocimento, cerâmico, laje ou solo. Verificamos a capacidade estrutural antes de fixar qualquer trilho.

Por que Goiás é um dos melhores estados para gerar energia solar

A região Centro-Oeste registra irradiação global horizontal na faixa de 5,3 a 5,8 kWh/m² por dia, com cerca de 2.200 horas de sol pleno ao ano. Na prática, um sistema instalado em Goiânia gera aproximadamente 20% mais energia por kWp do que o mesmo sistema instalado na região Sul do país.

Isso encurta o payback. Em projetos comerciais e industriais bem dimensionados, o retorno do investimento costuma ficar entre 3 e 5 anos, enquanto os módulos mantêm garantia de performance por 25 a 30 anos. O que vem depois do payback é margem.

O agronegócio goiano é um caso à parte: propriedades rurais com irrigação por pivô, resfriamento de leite, secadores de grãos e aviários têm curva de consumo alta e constante, exatamente o perfil que melhor aproveita a geração fotovoltaica.

O que separa uma instalação bem feita de um problema futuro

O mercado fotovoltaico se popularizou rápido e nem todo instalador é uma empresa de engenharia elétrica. A diferença aparece justamente onde ela é mais cara de corrigir: no dimensionamento do sistema de proteção, na compatibilização com a subestação existente e na adequação estrutural do telhado.

Sistemas injetam energia na rede e alteram o fluxo de potência da instalação. Sem estudo de fluxo de carga e sem revisão da proteção, é comum ver disparo indevido de dispositivos, elevação de tensão no ponto de conexão e queima de inversor. Em plantas com subestação própria, é frequente ser necessário adequar o quadro geral e a proteção de retaguarda antes da conexão.

Como executamos subestações e projetos elétricos há mais de uma década, tratamos a usina solar como parte do sistema elétrico da planta, e não como um acessório instalado por cima dele. Esse é o motivo pelo qual assumimos também os casos em que outro fornecedor deixou a obra parada na homologação.

Geração distribuída, autoconsumo remoto e geração compartilhada

Na geração distribuída convencional, a usina fica no mesmo endereço da unidade consumidora e abate diretamente o consumo da fatura. É o modelo mais simples e o mais comum em telhados industriais e comerciais.

No autoconsumo remoto, a usina é instalada em outro terreno, normalmente uma área rural com espaço e boa incidência, e os créditos são transferidos para unidades consumidoras do mesmo CPF ou CNPJ dentro da área da mesma distribuidora. É a saída ideal para quem não tem telhado suficiente.

Na geração compartilhada, um consórcio ou cooperativa de consumidores divide os créditos de uma usina única. Também executamos usinas de solo nessa modalidade, incluindo estrutura, arranjo de strings, subestação de conexão e proteção.

Metodologia

Como conduzimos o projeto

  1. 1

    Análise de consumo

    Leitura das 12 últimas faturas, curva de carga e definição da potência-alvo em kWp.

  2. 2

    Projeto e parecer de acesso

    Dimensionamento de módulos, inversores e strings, projeto elétrico com ART e solicitação de acesso.

  3. 3

    Adequação elétrica

    Revisão de proteção, quadro geral e, quando necessário, adequação da subestação de entrada.

  4. 4

    Instalação

    Montagem da estrutura, fixação dos módulos, cabeamento CC/CA, string box e inversores.

  5. 5

    Vistoria e ativação

    Comissionamento, troca do medidor pela distribuidora e monitoramento remoto configurado.

Dúvidas Frequentes

Geração Distribuída e Centralizada: o que perguntam

O investimento é proporcional à potência instalada e ao tipo de estrutura. Como referência de mercado, sistemas comerciais e industriais ficam na faixa de R$ 2.500 a R$ 4.000 por kWp instalado, variando conforme telhado, distância do quadro e necessidade de adequação elétrica. O orçamento fechado sai depois da análise das faturas e da visita técnica.

Em dias nublados o sistema continua gerando, com produção reduzida proporcionalmente à irradiação disponível. À noite não há geração: o consumo é atendido pela rede e abatido pelos créditos acumulados durante o dia, no sistema de compensação da distribuidora.

Sim. A REN 1.059/2023 estabeleceu a cobrança gradual da componente Fio B sobre a energia injetada, o que aumenta o payback em alguns meses, mas não descaracteriza o investimento. A economia continua expressiva, especialmente em Goiás pelo alto índice de irradiação, e sistemas dimensionados para autoconsumo simultâneo (indústrias e irrigação diurna) são pouco afetados.

Os módulos têm garantia de performance de 25 a 30 anos, mantendo tipicamente mais de 80% da potência original ao fim do período. Os inversores têm vida útil menor, entre 10 e 15 anos, e devem ser considerados como uma substituição prevista no fluxo de caixa do projeto.

Depende da potência da usina e da configuração atual da entrada. Em muitos casos basta adequar a proteção do quadro geral; em outros, especialmente quando a geração se aproxima da demanda contratada, é necessário revisar a proteção da subestação. Fazemos esse diagnóstico no estudo inicial, antes de fechar o escopo.

Sim. Atendemos fazendas, agroindústrias e usinas de solo em Goiás e nos demais estados onde operamos, incluindo a subestação de conexão, o arranjo de strings e a proteção da usina.